Aparece em fases de acúmulo material ou de consumo, e também em situações onde há algo que você julga sujo ou vergonhoso em si mesmo. A carga moral do símbolo é forte e costuma dizer mais sobre a régua que você aplica a você do que sobre o que está de fato acontecendo.
O que não é
Não é promessa de ganho financeiro. E a leitura moral automática — porco como sujeira — merece desconfiança: ela costuma ser sua régua falando, não o símbolo.